Olá, pessoal! Mais uma vez, um post com os lançamentos das Editoras parceiras aqui do blog para o mês de Maio. Já me interessei por vários, já li alguns e estou esperando outros. E vocês?
Agir
Hades é a continuação de Halo, livro que entrou na lista de best-sellers do New York Times uma semana após ser lançado, em 2010, quando a autora Alexandra Adornetto tinha apenas 18 anos. Munida de uma mitologia original, Alexandra tece uma narrativa que carrega o frescor da série Harry Potter combinado à abordagem cuidadosa dos dilemas juvenis que fizeram de Crepúsculo um fenômeno. O livro é um lançamento da Editora Agir.
Bethany Church é um anjo no corpo de uma adolescente, enviado para combater as forças das trevas. Se em Halo ela estava se acostumando com a vida na Terra e lidando com os dilemas da idade, em Hades ela será levada às profundezas do inferno – e lá terá contato com o lado mais sombrio da natureza humana.
Arqueiro
Conheça a Private, a maior agência de investigações do mundo.
Anos após seu pai ter abandonado o negócio, Jack Morgan assumiu a Private. Sob sua direção, a empresa de Los Angeles se expandiu, abrindo filiais em Nova York, Londres e Paris.
Além de Jack, a agência reúne um seleto time de investigadores: a psiquiatra Justine Smith, o impulsivo ex-fuzileiro naval Rick Del Rio, o charmoso Emilio Cruz e os gênios do laboratório Dr. Sci e Mo-bot.
Com um ritmo alucinante, Private é um dos livros mais envolventes de James Patterson.
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Em O resgate do tigre, a aguardada sequência de A maldição do tigre, os três personagens dão mais um passo para quebrar a antiga profecia que os une. Com o dobro de ação, aventura e romance, este livro oferece a seus leitores uma experiência arrebatadora da primeira à última página.
A épica saga dos tigres já foi lançada em 18 países e ocupou os primeiros lugares na lista dos mais vendidos do The New York Times.
“Um romance delicado e uma aventura capaz de deixar o coração a mil. Eu vibrei e roí as unhas.”
Becca Fitzpatrick, autora da série Sussurro.
Belas Letras
O mundo é ímpar, não dá para dividi-lo em duas metades iguais. Muito menos ver a linha imaginária que separa a infância da vida adulta. Contemplando o horizonte embalado pela trilha sonora que o tornou um dos ícones do rock brasileiro, Humberto Gessinger lança seu novo livro, intitulado Nas entrelinhas do horizonte, que chegou às livrarias de todo o Brasil dia 7 de maio.
Gessinger recorre à memória afetiva para construir crônicas pulsantes e arrebatadoras, em que cada página é uma janela onde passado, presente e futuro se misturam para compor juntos a cena. Uma paisagem que só pelas entrelinhas revela a força da sua música e da sua poesia, por meio de lembranças da infância e da vida adulta, momentos em que deixou e voltou a ser criança, como quando a bola de futebol parou embaixo de um carro e uma descoberta desconcertante aconteceu. Em Nas Entrelinhas do Horizonte, Gessinger transforma a crônica em música e poesia para falar de sentimentos.
Hoje tem estréia de coluna yay! Eu poderia falara de vários livros mais modernos que foram adaptados para as telas, mas vou falar de um que o filme já é antigo assim como o livro, mas nunca que perderá a majestiosidade.
Acidentalmente um repórter (Christian Slater) começa uma conversa com um homem (Brad Pitt) que diz ser um vampiro com duzentos anos e conta a trajetória de sua vida, desde a época em que ainda não era vampiro e como foi infectado pelo vampiro Lestat (Tom Cruise), com quem teve grandes aventuras mas também grandes desavenças.
Falando primeiramente do livro, devo dizer que "Entrevista com o Vampiro" é um dos livros mais genias que li. A escrita de Anne Rice nesse livro forma diálogos narrativos, pois a história é contada no passado, que torna a leitura super agradável. A linhas tão intrínsecas sem deixar escapar qualquer detalhe faz com que você se prenda e tente descobrir logo o que vem a seguir. Devo acrescentar que a tradução (feita pela Clarice Lispector) ajudou ainda mais para que o livro se tornasse tão bom.
O livro começa com Louis contando sua diferente história para um entrevistador. Morador da América pouco tempo depois da mesma se tornar independente, Louis tinha apenas vinte e cinco anos quando durante um período nebuloso com o irmão viu ser o causador da morte do mesmo. O rapaz, jovem com boa expectativa de futuro, dono de vastas terras não via mais sentido na vida pois sentia-se extremamente culpado. Passou a correr por becos escuros, bebia até não aguentar mais, não achava que poderia continuar vivendo assim, quando ele é atacado. Ele não sabia que era um vampiro aquele que o atacou, porém passa descobrir que algo diferente aconteceria a ele quando viu a figura de Lestat, uma misteriosa criatura a entrar no seu quarto. A narração de Louis é sensacional e o livro é na totalidade interessante.
O filme segue o roteiro do livro, tirando o início a respeito da morte do irmão no filme se trata da jovem esposa dele. As atuações são maravilhosas, destacando principalmente da Kirsten Dunst a qual faz um mini vampira totalmente madura e extremamente malvada. Uma das melhores adaptações na minha opinião, e com certeza com um elenco de tirar o fôlego. Recomendo muito esse filme e o livro, pois ambos são obras primas. Tendo concorrido a vários Oscar, porém infelizmente não ganhando nenhum.
Fica a minha dica para quem quiser ver algo com vampiros de verdade, dos que dormem em caixão e chupam sangue com prazer.
Ontem tentei escrever algo sobre este livro. Tentei mostrar para vocês que ele não havia funcionado em nada para mim. Mas ainda faltavam 3 capítulos para que eu terminasse a leitura. Tenho essa mania de já começar a escrever sobre o livro enquanto ainda estou lendo, mas, garanto a vocês, com A Última Carta do Amor é mesmo necessário esperar a última página para começar a escrever sobre ele.
O início foi chato pra mim, monótono, enjoado. Um livro que pensei que eu conseguiria ler em no máxmo 3 dias me mostrou ser de uma leitura bastante arrastada por causa da grande quantidade de informações que cosneguimos encontrar ao longo de poucas linhas.
Um livro que une duas histórias em apenas uma, que tem como protagonistas 2 mulheres de épocas diferentes parecia ser bacana, mas quando comecei a ler percebi que não era tão legal assim. Apenas no final, por causa de uma única frase que fui perceber a grandiosidade dessa história.
Ellie é uma jornalista do Nation que encontra algumas cartas antigas da década de 1960 no arquivo do jornal. Ela, então, começa a querer escrever um artigo sobre cartas de amor: como elas eram antes e como elas são hoje. Logo no segundo capítulo já começamos a ler sobre o ano de 1960 e conhecer a história por trás dessas cartas. Uma história que tem tudo pra ser linda, que é linda, mas que no início parece muito ser chata. Jennifer perde a memória e se esquece que tinha um amante, se esquece que é com ele que estava disposta a fugir. Ao longo do livro ela vai se lembrando e se encontra com ele. É isso o que a história conta. Enfim, é complicado explicar porque o livro é complexo. Só mesmo lendo para entender.
Eu não poderia dar 5 estrelas para um livro que ao longo de 300 páginas me deixou entediada, mas não poderia dar 2 estrelas porque nas últimas 70 ele deu uma guinada boa e me mostrou algo que eu realmente gostei.
Foi um dos livros mais difíceis que já li. E foi o mais difícil que precisei resenhar. Então espero realmente que eu tenha conseguido passar para vocês o que eu senti durante a leitura.
Apesar de ter passado essa raivinha durante várias páginas, a leitura é recomendada.
Editora: Intrínseca
Nota: 




Oi gente! Quem aqui nunca assistiu ou ouviu falar da novela mexicana A Usurpadora? Eu era fã desse drama mexicano e não perdia um episódio. E o que isso tem a ver com a indicação de série, certo? É que hoje vou indicar pra vocês The Lying Game, que lembra a história dessa novela e que pode ser considerada como uma versão teen da mesma.
The Lying Game é uma série americana de suspense e drama produzida pela Warner e pela ABC family, que estreou no dia 15 de agosto de 2011 e é baseada em uma série de livros da Sara Shepard, assim como Pretty Little Liars que já foi indicada aqui também.
A série conta a história de Emma e Sutton, gêmeas que foram separadas na maternidade por alguma razão desconhecida e que se encontram, por acaso, depois de muitos anos. A partir desse reencontro, Sutton sugere que Emma troque de lugar com ela para que possam tentar descobrir quem é a mãe biológica delas. O problema é que a vida das duas é muito diferente. Enquanto Sutton foi adotada por uma família rica e sempre teve tudo o que quis na vida, Emma não teve a mesma sorte e vive em um lar adotivo aonde não é bem-vinda.
Mas mesmo assim, Emma concorda com a troca e acaba descobrindo depois que Sutton desapareceu e que pode estar com problemas. E agora? Emma deveria contar a família de Sutton a verdade? E será que Sutton descobriu quem é a mãe biológica delas e por isso desapareceu?
O público alvo dessa série é de adolescentes e ás vezes os mistérios que giram em torno da trama podem ser previsíveis. The Lying Game não é uma das minhas séries favoritas, mas como fã de um bom drama mexicano com trocas de irmãs, decidi assistir e depois disso não consegui mais largar. A série me surpreendeu e foi melhorando mais a cada episódio.
The Lying Game acabou sua primeira temporada com 20 episódios e a ABC já anunciou a renovação para a segunda temporada, então dá tempo de assistir a primeira temporada antes da segunda começar. Não quero falar mais sobre a série para não dar nenhum spoiler, mas acho que vocês deveriam dar uma chance pra ela, assim como eu dei. E pra quem já assistiu, o que achou da série? Ansiosos para a segunda temporada?
Olá, bonitos. Como estão? Estou na paz, amor e muitos surtos.
Este post está sendo (para quem está lendo agora, já foi, haha) escrito às 01:59 da manhã, do dia 28 de Abril. Acabei de voltar da estreia de Os Vingadores e corri para fazer a resenha, enquanto está tudo bem fresco ainda.
Pra quem não gosta de super herois, pra quem é muito fã de super herois ou para quem é simplesmente indiferente a isso, é um filme que eu irei indicar para sempre, com certeza.
Se você ainda não assistiu, a essa altura do campeonato, corra para o cinema mais próximo de você, mas não deixe de conferir Thor, Capitão América e os dois primeiros Homem de Ferro. Poderia até indicar O Incrível Hulk (versão de 2008, com Edward Norton), mas não é exatamente uma das melhores adaptações do personagem e a atuação do Edward deixa bem a desejar. Enfim!
Terra novamente em perigo. Loki, irmão de Thor, deseja conquistar a Terra para fazer dela seu reino, com ajuda do seu exército Chitauri - criaturas sem uma exata origem. É a missão de Nick Fury, diretor da S.H.I.E.L.D., montar uma equipe de resposta para esses ataques que esteja preparada para lidar com a ameaça.
Capitão América/Steve Rogers, juntamente com Homem de Ferro/Tony Stark, Viúva Negra/Natasha Romanoff, Thor, Hulk/Bruce Banner e Gavião Arqueiro/Clint Barton, devem colocar seus super egos de lado para lutarem juntos, na tarefa de proteger o planeta de todos o mal alienígena.
Mas será que os super herois irão conseguir deixar tudo isso de lado para se juntarem e formar a melhor equipe de proteção (ou vingança!) para a Terra?
O filme em si realmente não deixa nada a desejar a uma pessoa que foi com as expectativas completamente altas (e, graças a Deus, sem a desilusão quase mortal, caso essas fossem decepcionadas). Com direito a efeitos extremamente bem feitos e projetados, a versão 3D te dá a impressão que você está ali, frente a frente com os personagens que tanto encantaram a infância de muitos marmanjos por aí.
O roteiro, ficou por conta de Joss Whedon (sim, para os fãs de coisas sobrenaturais, é de fato o mesmo de Buffy - A Caça Vampiros, Angel [seu spin-off] e Firefly!), que também dirigiu o filme. Dispensa qualquer comentários quanto a dinâmica de grupo e em como os pesonagens foram mostrados individualmente. Para aqueles que não são fãs de comic book ou sequer sabem da história de personagens como Viúva Negra e Gavião Arqueiro, não se preocupem, vocês conseguem ter um pequeno vislumbre de como era a vida antes de S.H.I.E.L.D. ou do Projeto Vingadores.
Para os fãs de comédia e um bom humor sarcástico, o filme fará com que vocês se sintam especialmente felizes. A trama garante comédia do começo ao fim do filme, exatamente como qualquer filme da Marvel que tenha estrelas como Robert Downey Jr., Chris Hemsworth, Chris Evans, Tom Hiddleston, Scarlett Johansson, Jeremy Renner e Mark Ruffalo no elenco é esperado de ser.
Além do time de estrelas que já citei, ainda conta com a participação ilustrissíma de Samuel L. Jackson, no papel de Nick Fury (que já fora vivido quatro anos atrás, em Homem de Ferro, após os créditos; Homem de Ferro 2, dois anos atrás; ao final de Capitão América: O Primeiro Vingador, no final do filme), Cobie Smulders (sim, a Robin de How I Met Your Mother!) como agente Maria Hill - uma personagem que vai fazer você ficar encantado por agentes e, é claro, querer um pouco mais de tudo isso.
No fim de semana de estreia, nos Estados Unidos, bateu recordes de qualquer outro filme já existente, arrecadando mais de 200 milhões de dólares (quase 400 milhões de reais!!), tomando o posto de Harry Potter, que antes era o filme mais assistido em seu fim de semana de estreia. No Brasil também não ficou para trás, batendo a marca de mais de 21 milhões de reais na semana da estreia, sendo assim o filme mais rentável da história do cinema brasileiro. Na segunda semana, caiu para os ainda impressionantes 17 milhões de reais. Até agora, o total de bilheteria para Os Vingadores, ainda no Brasil, soma mais de 60 milhões de reais.
E aí, tá esperando o que para correr pro cinema e assistir? Avengers, assemble!

Meu nome é Bárbara, mas de uns tempos pra cá, quem me conheceu na Internet (e fora dela) passou a me chamar de Babi. Apesar de assinar meus livros como Bárbara Lorentz, ainda prefiro o bom e novo Babi. Tenho 20 anos e sou geminiana (apesar de não ser muito chegada a signos, acabo sempre lendo meu horóscopo) do dia 19 de junho. (












